PCR comemora 52 anos de fundação

No último dia 28 de maio, o Partido Comunista Revolucionário (PCR) comemorou seus 52 anos de fundação numa assembleia em Recife. Fundado em maio de 1966 por Manoel Lisboa, Selma Bandeira, Amaro Luis de Carvalho, entre outros revolucionários, o PCR foi o único partido criado durante a ditadura militar que permanece vivo até os dias de hoje, mantendo a mesma ideologia de sua fundação, a defesa do marxismo-leninismo e a transformação revolucionária da sociedade para o socialismo.

Em clima de festa, seus militantes se reuniram para ouvir as histórias da fundação do partido e de seus heróis. Poesias, músicas e muitas palavras de ordem encheram a sede do partido com a alegria e convicção de todos os presentes. Ao final do evento, todos saíram com a certeza de que a revolução é inevitável e necessária para transformar a sociedade. Fortalecido a cada novo militante que ingressa nas suas fileiras, o PCR vive, luta e avança!

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Camarada Roger Ranzani, presente!

“A morte não é verdade quando o trabalho da vida foi bem cumprido”.            José Martí

O Partido Comunista Revolucionário vem por meio desta nota comunicar, com profundo pesar, a morte de Roger Ranzani, militante comunista e trabalhador urbanitário, ocorrida nas primeiras horas do dia 02 de junho de 2018. Roger tinha 31 anos e era morador de Bertioga (litoral de São Paulo). Seu falecimento ocorreu após um trágico acidente com a moto que Roger dirigia.

Embora com pouco tempo de organização no PCR – havia militado em outras organizações anteriormente, como Arma da Crítica e PCB – já havia cativado a todos e todas pela sua animação e seu constante sorriso mesmo frente a todas as dificuldades colocadas pelo capitalismo e, principalmente, pelo seu empenho revolucionário.

Uma de suas principais características era a defesa de que todo e toda militante deve ter total dedicação pelas lutas sociais e o empenho de todas as energias pela construção da revolução e do socialismo. Coerente com essa postura, era militante ativo em toda a Baixada Santista, participando da Associação Cultural José Martí de Santos (https://www.facebook.com/ACJMBS/).

Como trabalhador da SABESP, dedicava todo seu tempo para lutar pelos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras no movimento sindical e pela conscientização e unidade entre categorias importantes como os estivadores. Na campanha salarial de 2018 – finalizada a menos de um mês – foi o maior mobilizador. Chegou a levar quarenta trabalhadores de Bertioga, de balsa, para a assembleia. Lá fez oposição à direção do sindicato – Força Sindical – e venceu a votação defendendo a greve para conquistar um melhor acordo com a empresa.

A cada dia, Roger ampliava sua presença na lutas sociais, participando ativamente da campanha pela legalização da Unidade Popular pelo Socialismo (UP). Na base de sua categoria, conscientizava os trabalhadores sobre a importância de construir um sindicato combativo e enfrentava a perseguição da direção da empresa. Era, também, um defensor da sustentabilidade e da natureza, atuando na defesa dos rios da Baixada Santista e da conservação da água.

Assim como nossos heróis assassinados pela Ditadura Militar e companheiras como Eliana Silva e Valdete Guerra (ambas militantes do MLB falecidas devido ao câncer), Roger continuará reforçando as fileiras de nosso Partido por meio de seu exemplo e seu nome será levado sempre pela nossa organização pois, como dito por Che Guevara, “podem morrer as pessoas, mas não suas ideias”!

Camarada Roger Ranzani, presente!
Agora e sempre!

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Karl Marx vive!

Trabalhadores comemoram bicentenário de Karl Marx em todo o mundo

Neste ano, em 5 de maio, completam-se 200 anos do nascimento de Karl Marx, dirigente do proletariado que edificou uma concepção científica e revolucionária da sociedade, destacado pensador da história da humanidade.

Lênin explica que as fontes da teoria científica de Marx foram o Socialismo Utópico Francês, a Filosofia Clássica Alemã e a Economia Política Inglesa. A partir da crítica a estas correntes de pensamento, Marx construiu uma interpretação científica da sociedade que o conduziu a reconhecer a classe operária como dirigente de um processo revolucionário que deverá conduzir à ditadura do proletariado. Marx formulou a concepção materialista da história na qual identificou a base da sociedade com as relações sociais de produção, relações sobre as quais se sustentam as ordens jurídica, política e ideológica. Nem as normas que regulam a vida social, nem a forma como se exerce o poder (a forma do Estado), nem a maneira em que os indivíduos representam a realidade (a ideologia) podem explicar-se por si mesmas, mas são definidas a partir da base econômica, sendo consistente com ela no sentido em que contribuem para sua reprodução.

Em sua obra O Capital, Marx analisou em profundidade a base econômica da sociedade capitalista partindo da teoria do valor do trabalho da economia política inglesa. De maneira rigorosa localizou a origem da mais-valia na exploração da força de trabalho, desvelando assim a ganância do capital como apropriação de trabalho alheio. Estudou os processos de acumulação e centralização de capital demonstrando que, durante o desenvolvimento do modo de produção capitalista é inerente a concentração da riqueza e a deterioração cada vez maior das condições de vida e de trabalho da classe operária, assim como o incremento do desemprego e do grau de exploração da força de trabalho.

Nesta obra, Marx esclareceu a origem e o futuro do sistema capitalista e provou que a acumulação originária de capital se fundou na apropriação, no saque, na conquista, na fraude e na violência reacionária, elementos com os quais se sustenta até agora esse regime. Demonstrou também que o capitalismo corresponde unicamente a uma etapa do desenvolvimento histórico da humanidade; explicou as crises econômicas e apontou as contradições próprias desse sistema, que irá se resolver com a transformação revolucionária da sociedade, com a construção do socialismo e a ditadura do proletariado na perspectiva da construção do comunismo.

Marx entendeu o estudo e a reflexão teórica da realidade, não como um fim em si mesmo, mas como elementos para sua transformação consciente, daí a crítica a Feuerbach na tese “Os filósofos não fizeram senão interpretar de diversas maneiras o mundo, mas se trata é de transformá-lo”. De maneira consequente, uniu o seu trabalho científico à sua prática política. Em 1847, ingressou com Frederich Engels na Liga dos Comunistas, sendo encarregado de redigir o Manifesto do Partido Comunista, em 1848. Em 1864, participou da fundação da Associação Internacional de Trabalhadores.

As teses políticas, econômicas e filosóficas de Marx, e do marxismo-leninismo em geral, não são apenas vigentes, mas constituem a base fundamental para compreender o presente e transformá-lo de acordo com os interesses históricos da classe operária.

Faz já dois séculos que este homem abriu o caminho que devia seguir o proletariado mundial para alcançar sua libertação. Karl Marx assentou as bases do comunismo mundial ao descobrir as contradições do capitalismo através de suas diferentes obras, sendo mais que um filósofo, um militante comunista ativo de uma ideologia nascente, mas bem cimentada sobre a análise das condições materiais da sociedade capitalista. Assim, a teoria e a prática do marxismo são as ferramentas mais eficazes para a conquista da revolução socialista, questão compreendida por uma parte da juventude; porém, outra grande parte cai nas garras de filosofias subjetivas e idealistas, do anarquismo e da socialdemocracia. Por isso, é fundamental a divulgação e propagação da verdadeira teoria de Marx e Engels, formarmos politicamente e ideologicamente inúmeros quadros, e difundirmos amplamente o pensamento materialista-dialético nas classes exploradas e assim criar progressivamente o exército proletário-camponês que porá fim ao atual estado burguês e construir o futuro socialista que recomendou o camarada Karl Marx.

Partido Comunista Revolucionário (PCR)

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1º de Maio em Portugal conta com presença da CIPOML

O 1º de Maio em Portugal contou, neste ano, com a divulgação da mensagem da Conferência Internacional de Partidos e Organizações Marxista-Leninistas (CIPOML).

Na cidade do Porto, a segunda maior de Portugal, um panfleto foi distribuído para os manifestantes, e vários contatos foram realizados com militantes e organizações portuguesas.

A nota reivindicava que “1º de Maio é dia de sair às ruas para proclamar nossas demandas contra a exploração e a agressão da burguesia internacional e do imperialismo, e nossa aspiração de um mundo sem classes e sem exploração”.

O ato foi convocado pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP) e teve como principais reivindicações o aumento do salário mínimo para 650 euros, a redução da jornada de trabalho para 35 horas semanais e o fim dos contratos temporários.

Ao final do evento, todos os presentes entoaram A Internacional, hino da classe operário em todo o mundo.

Da Redação

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1º de Maio contra a exploração e a agressão imperialista!

A todos os operários, mulheres, jovens e nações oprimidas.

 

Irmãos e irmãs,

 

O 1º de Maio é um dia internacional de unidade, luta e solidariedade da classe trabalhadora, é o dia em que levamos às ruas nossas bandeiras e reivindicações contra a exploração capitalista e a agressão imperialista.

Lamentavelmente, no Brasil não podemos falar de muitas mudanças positivas em nossas vidas neste último ano. Ao contrário, trabalhamos mais nas fábricas, lojas, escritórios e no campo, mas nem nossos salários aumentaram nem nossas condições de trabalho e qualidade de vida melhoraram. A maioria de nós luta para chegar até o final do mês com o pouco que ganha. Muitos de nós estão sem emprego há meses. O governo faz de tudo para diminuir o valor da aposentadoria e para aumentar o tempo necessário para nos aposentarmos. Não temos quase nenhum tempo para descansar ou tirar férias. As mulheres trabalhadoras não têm os mesmos direitos que os homens nesse sistema capitalista, que se vale do sistema patriarcal para aumentar sua exploração sobre elas.

A violência contra a mulher, a repressão e a discriminação econômica e política só crescem. A história de que “o futuro pertence à juventude” não passa de palavras vazias. Na verdade, os jovens têm cada vez mais que começar a trabalhar cedo e, por isso, abandonam a escola e temem o futuro que lhes espera.

Em muitos países, incluindo os “democráticos”, o reacionarismo político e a tendência ao fascismo crescem, assim como o racismo e os partidos de extrema-direita.

As liberdades de expressão, de reunião e manifestação, de organização política e sindical, de imprensa, etc., estão sendo restringidas. A corrupção dos governos é um câncer que já não pode ser ocultado. As liberdades democráticas estão sendo cortadas, especialmente na Europa.

Nos países do Leste europeu, os direitos e liberdades democráticas estão por um fio. As mudanças superficiais em países como a Arábia Saudita não mudam em nada essa tendência. Uma das razões pelas quais o reacionarismo político está aumentando é o fato de que cada vez é mais difícil para a burguesia governar e, por isso, esta sente uma maior necessidade de medidas extraordinárias.

A concorrência entre os monopólios capitalistas e entre os países imperialistas que exploram os trabalhadores e saqueiam os recursos naturais dos povos oprimidos está se intensificando. De alguma maneira esta rivalidade se manifesta através de guerras comerciais provocadas pela tendência de Trump ao protecionismo e pelos enfrentamentos militares. A tensão entre os EUA, por um lado, e Rússia, China e Irã, por outro, alimenta as preocupações de uma grande guerra. O mundo já não é unipolar e os Estados Unidos perderam sua hegemonia, mas seguem sendo o país imperialista mais poderoso em termos de presença econômica, política e militar em muitas partes do mundo. Sem dúvida, ainda não surgiu um rival unificado contra os EUA, ainda que existam sinais da formação de alguns blocos nesse sentido. Ao contar com o Reino Unido como aliado, os Estados Unidos buscam impor-se sobre a Europa, mas os países europeus insistem em seus próprios interesses e não aceitam a união sob a batuta dos norte-americanos através de instituições como a Otan.

A Rússia disputa com os s EUA já há algum tempo. A China procura reforçar seu poderio econômico e militar, enquanto evita um confronto aberto. A Alemanha se comporta de forma similar. O “Ocidente” respondeu a dura ação russa na Síria e na Ucrânia expulsando diplomatas russos de seus países e bombardeando a Síria com mísseis após o suposto uso de armas químicas em Duma. Estados Unidos, Reino Unido e França uniram forças contra a Rússia, enquanto a Alemanha se manteve à margem desta coalizão. A Rússia deu um passo atrás e não respondeu aos ataques. A China se limitou a condenar a ação. Estes fatos demonstram que os blocos ainda não se formaram definitivamente, mesmo que as armas sejam usadas com bastante facilidade.

Nos últimos anos, a Síria tem sido o cenário principal da luta pela hegemonia sobre o Oriente Médio e seus campos de petróleo. Atualmente, Estados Unidos, Rússia, Irã, Turquia, Israel, Arábia Saudita, Reino Unido, França e Alemanha mostram sua presença na região com suas próprias forças militares e lutam ferozmente.

No mundo capitalista, a chamada “comunidade internacional” não se preocupa com a enorme quantidade de mortes e refugiados sírios. Só pensam em impedir que esses refugiados entrem em seus países.

Entretanto, este não é um trabalho simples. Devido à pobreza e à guerra, a migração massiva do Oriente Médio, África e Ásia ocidental não pode ser detida. Os refugiados se concentram todos os dias no Mediterrâneo.

O capitalismo mostra sua face cruel em todas as ocasiões, como provam a deterioração das condições de vida e trabalho e a intensificação da exploração, assim como sua preferência pela guerra em lugar da paz.

O 1º de Maio é o dia de sair às ruas para proclamar nossas demandas contra a exploração e a agressão da burguesia internacional e do imperialismo, e nossa aspiração de um mundo sem classes e sem exploração.

O 1º de Maio é o dia de elevar nossas demandas para por fim às guerras e ao saque de recursos naturais dos povos oprimidos.

O 1º de Maio é o dia de gritar mais forte por direitos sociais, redução da jornada de trabalho e melhores salários.

O 1º de Maio é o dia de mostrar nosso poder como força unida de milhares de milhões de trabalhadores contra os capitalistas em todas as partes do mundo.

O 1º de Maio é o dia da unidade, da luta e da solidariedade internacional da classe operária.

Vamos unidos lutar por nossos direitos!

Todos unidos para acabar com a dominação da burguesia!

Viva o 1º de Maio!

Viva a unidade e a luta internacional da classe operária!

Abaıxo o capitalismo e o imperialismo!

 

Conferência Internacional de Partidos e Organizações Marxista-Leninistas (CIPOML)

Partido Comunista Revolucionário (PCR)

 

Fora Temer e o governo dos banqueiros!

Não à intervenção militar!

Sim ao poder popular e ao socialismo!

 

Hoje, em nosso país, os trabalhadores e suas famílias sofrem com o desemprego, a falta de médicos e de leitos nos hospitais, de moradia, com a falta de verbas para a educação e com o elevado custo de vida. Enquanto isso, uma minoria, as classes ricas e seus partidos políticos se locupletam com o dinheiro público no mar de lama da corrupção.

Como se não bastasse, o governo golpista dos banqueiros roubou vários de nossos direitos com a Reforma Trabalhista e quer acabar com a aposentadoria. Pior: enquanto transfere recursos públicos para pagar juros altíssimos aos bancos privados, promove um gigantesco desemprego no país. Segundo o IBGE, 13,7 milhões de pessoas querem trabalhar e não encontram emprego. Tem mais: retirou verbas da saúde pública, da moradia e da educação para financiar uma intervenção militar que além de reprimir os pobres, causou o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes.

Para a burguesia, os patrões, pouco ou nada importa o sofrimento do trabalhador; querem explorar mais e mais a classe operária para aumentar seus lucros e suas fortunas. Somente nos últimos anos demitiram 13,6 milhões de trabalhadores e agora tramam para reduzir salários, aumentar a jornada de trabalho e retirar o direito de se aposentar dos mais pobres.

Só resta para os trabalhadores e trabalhadoras o caminho da luta para transformar profundamente essa sociedade: derrubar o governo dos ricos e estabelecer o governo dos pobres, dos trabalhadores, daqueles que verdadeiramente produzem as riquezas em nosso país. O poder popular.

Há séculos que sucessivos governos em nosso país governam apenas para satisfazer os interesses das classes ricas, isto é, da burguesia, os donos das grandes fábricas, das lojas e dos latifúndios. Durante a Ditadura Militar foi ainda pior. Além da fome, do desemprego, havia tortura e assassinatos dos que lutavam pela liberdade!

O Partido Comunista Revolucionário (PCR), partido fundado por Manoel Lisboa, dirigente revolucionário assassinado pela ditadura militar em 1973 e herói do povo brasileiro, convoca à união os trabalhadores e o povo para derrotar o governo dos banqueiros e construir o poder popular e o socialismo em nosso país.

Nossa vitória é certa! A revolução vencerá!

Viva Manoel Lisboa, Amaro Luiz de Carvalho, Emmanuel Bezerra, Manoel Aleixo e Amaro Félix!

 

Partido Comunista Revolucionário (PCR)

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Nota de repúdio do MLC à repressão policial contra rodoviários em greve no Pará

O Movimento Luta de Classes (MLC) vem a público repudiar o covarde ataque promovido pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar do Pará contra trabalhadores rodoviários em greve no Município de Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém.

No final da tarde deste último sábado, dia 21 de abril, sindicalistas, trabalhadores da base e apoiadores da greve foram abordados por diversas viaturas quando realizavam uma caminhada pela BR-316 para encerrar as atividades do terceiro dia de paralisações. Segundo os relatos, os policiais já desceram dos veículos lançando bombas de gás e atirando balas de borracha. Cinco pessoas foram feridas e três detidas.

Entre os feridos, o caso mais grave foi justamente do presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Ananindeua e Marituba (Sintram), Huellen Ferreira, atingido por balas de borracha e por estilhaços de bombas. Ele desmaiou no momento da agressão e bateu fortemente com a cabeça no chão, sendo levado desacordado ao hospital. Mesmo assim, ele e mais dois diretores do sindicato foram detidos.

Outro ferido foi o estudante universitário Matheus Nascimento, militante do Movimento Correnteza da UFPA, que, ao tentar ajudar Huellen, que já havia sido alvejado, foi também atingido por estilhaços de outra bomba, mesmo tendo deixado sua mochila no chão e levantado as mãos.

Os rodoviários de Belém (também em greve, comandada outro sindicato), Ananindeua e Marituba têm dado uma grande demonstração de unidade e combatividade, pois realizam, há quatro dias, uma greve com 100% de adesão nas garagens das empresas, mesmo com diversas decisões judiciais arbitrárias que determinaram o fim da paralisação.

A principal reivindicação da greve é o retorno à histórica jornada de seis horas e vinte minutos, que foi estendida para oito horas pela Justiça do Trabalho no ano passado. Os trabalhadores também exigem reajuste de 5% sobre o salário e vale-alimentação e melhorias das instalações dos terminais.

O Movimento Luta de Classes esteve e estará presente em todos os momentos da greve e chama todo o movimento sindical brasileiro a se solidarizar e apoiar os rodoviários da Região Metropolitana de Belém do Pará contra a exploração dos patrões e sua polícia estatal-privada.

Movimento Luta de Classes (MLC)
22 de abril de 2018

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Sindicalistas da América Latina e Caribe se unem pelos direitos dos trabalhadores

O 11º Encontro Latino-Americano e Caribenho de Sindicalistas (ELACS) ocorreu em Bogotá, capital da Colômbia, nos dias 13, 14 e 15 de outubro de 2017 nas dependências da Universidade Pedagógica Nacional e contou com a participação de cerca 200 sindicalistas de nove países:  Argentina, Brasil, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala, México e República Dominicana, além das Filipinas, que participou como convidado.

Desde a primeira edição, realizada na República Dominicana, em 1998, dirigentes sindicais da região têm promovido o ELACS com a finalidade de debater os problemas que mais afligem os trabalhadores, promover a integração regional de sindicalistas e estimular a luta de classes contra os patrões e contra a exploração capitalista.

Representando o Brasil, estiveram presentes ao 11º ELACS Thiago Santos, do Movimento Luta de Classes (MLC),Rêneo Augusto, do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Rio de Janeiro (Sinttel-Rio), e Keila Farias, da Central Única dos Trabalhadores no Estado no Rio de Janeiro (CUT-RJ).

O próximo ELACS ocorrerá no Equador, em 2019. A seguir, publicamos trechos da Declaração Política do 11º Encontro.

Da Redação

 

Declaração Política

 

Nós, delegados ao 11º ELACS, denunciamos as ações da burguesia imperialista e de seus sócios em nossos países, que multiplicaram as ações para descarregar a crise sobre as costas dos trabalhadores e dos povos por diferentes vias, principalmente baixando o valor da força de trabalho e impulsionando diferentes reformas trabalhistas, como no Brasil e outros países, com a intensificação da ofensiva contra dos direitos dos trabalhadores, os cortes dos investimentos  sociais na educação e na saúde, enquanto aumentam os subsídios aos bancos e às grandes empresas capitalistas, assim como se elevou o endividamento externo e interno e avançam as privatização de recursos naturais e empresas do setor público.

Em geral, esta ofensiva visa cortar direitos trabalhistas e ataca a liberdade de sindicalização, os acordos coletivos e o direito de greve, como premissas para impor condições precárias de contratação da força de trabalho, que assegurem a superexploração dos trabalhadores e, assim, garantir o aumento da taxa de lucro.

Neste campo, um dos mecanismos mais generalizados é a terceirização, recurso com o qual se busca excluir totalmente os trabalhadores terceirizados do acesso aos direitos trabalhistas, principalmente os direitos coletivos do trabalho.

Formam parte desta ofensiva a intensificação da criminalização e a judicialização da luta social, com novas ferramentas repressivas que provocaram assassinatos de líderes sindicais, camponeses e populares, assim como longas condenações contra os lutadores.

Muito mais grave é a situação das mulheres trabalhadoras, que enfrentam uma aguda discriminação e assédio sexual e laboral, além das reminiscências patriarcais, que condenam as mulheres trabalhadoras aos mais baixos salários e a uma dupla exploração; além dos ataques e ameaças a algumas de suas conquistas históricas, fruto da luta, como a proteção contra condições de trabalho  insalubres para as mulheres gestantes ou com crianças em fase de amamentação, a estabilidade provisória no emprego e a licença maternidade.

Reconhecemos a necessidade de fortalecer os esforços para ampliar a participação das mulheres no movimento operário e sindical.

Constataram-se também as sistemáticas agressões à seguridade social, que, por diferentes vias, atacou os direitos dos trabalhadores ativos e dos aposentados. Aceleram-se as ações para a privatização das instituições autônomas ou públicas da seguridade social para incorporá-las aos negócios dos grupos financeiros multinacionais e, por outro lado, piorando os já reduzidos direitos dos segurados nos países onde já se havia privatizado.

O 11º ELACS constatou também que esta ofensiva das burguesias e das classes dominantes de nossos países contra os direitos dos trabalhadores, enfrentaram resistência e luta por parte do movimento operário, com diferentes meios e mecanismos de luta que, se bem não puderam derrotar totalmente as ações da classe dominante, conseguiram que não fossem impostas em sua totalidade.

Destacam-se, neste plano, que as experiências da luta unitária, as jornadas gerais, alcançaram maior relevância dadas as restrições de acesso ao direito de greve. Ressaltamos também as experiências de combinação de diferentes formas de luta e a assunção de bandeiras políticas como o combate à corrupção, que é um produto do capitalismo; lutas que permitiram conformar acordos unitários com outros setores sociais e forças políticas democráticas, progressistas e de esquerda, como os povos indígenas, os camponeses, os estudantes e a juventude.

A partir da constatação destas valiosas experiências, nós, delegados ao 11º ELACS, reafirmamos nossos compromissos de qualificar e intensificar nosso trabalho para fortalecer as organizações sindicais e afirmar nelas as posições anticapitalistas, classistas e revolucionárias.

Nós, sindicalistas latino-americanos e caribenhos, ratificamos nosso compromisso com a defesa e o impulso de um sindicalismo classista, consequente com os princípios da liberdade de organização sindical, independência política de classe, autonomia, a luta de classes e o exercício da democracia sindical. O que nos obriga a denunciar e a combater a burocracia sindical, sua política de conciliação de classes e sua cumplicidade com a coorporativização do movimento sindical por parte do Estado burguês.

Comprometemo-nos também em elevar a prática da solidariedade de classe com todas as lutas operárias, camponesas, indígenas e populares da América Latina, do Caribe e do restante do mundo, como premissa para avançar na unidade sindical classista, assim como a mais ampla unidade com forças sociais e políticas da região, que enfrentam a dominação imperialista e a exploração do capital.

Assumimos o dever de preparar novas tarefas unitárias, como a de realizar cursos sindicais regionais que contribuam para a consolidação do sindicalismo classista em todos os países participantes.

Nosso 11º ELACS exalta o centenário da Revolução de Outubro, que estamos celebrando nestes dias, o passo histórico dos operários, camponeses, de todo o povo explorado da Rússia, que conquistaram o poder político para a construção do socialismo. Ratificamos nosso compromisso de seguir seu valioso exemplo. Da mesma forma, destacamos o exemplo de consequência com a causa revolucionária e com o internacionalismo proletário do imortal “Che” Guevara, pela passagem dos cinquenta anos de sua caída em combate. Nossa maior homenagem é continuar na luta pela transformação social!

Viva a unidade dos trabalhadores e dos povos da América Latina e do Caribe!

Viva o 11º Encontro Latino-Americano e Caribenho de Sindicalistas!

 

Bogotá, 15 de outubro de 2017

 

 

Argentina

Corrente Classista e Combativa da Argentina

 

Brasil

Movimento Luta de Classes (MLC)

Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Rio de Janeiro (Sinttel-Rio)

Central Única dos Trabalhadores – Seção Rio de Janeiro

 

Colômbia

Coletivo Nacional Sindical Classista “Guillermo Marín”

Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Pedagógica Nacional (Sintraupn)

União Sindical Operária – Subdireção Única de Oleoduto

Sindicato de Profissionais da Seguridade (Sinproseg)

Sindicato dos Trabalhadores da Caixa de Compensação Familiar do Cauca (Sinaltracomfa)

Sindicato Unitário dos Trabalhadores da Educação do Cauca (Sutec)

SunetCundinamarca

Juventude Democrática Popular (Judep)

Organização de Mulheres do Povo da Colômbia (OMPC)

Corporação para Pesquisa e a Educação Popular (Ciep)

Associação de Motoristas Autônomos (Acoin)

Sintraemsdes

Asmetrosalud

Sintracomfamiliar

União de Trabalhadores de Edatel (Unitrae)

Anebre

Sintraemcali

Sindicato dos Trabalhadores de Empresas de Serviços Gerais de Medellín (Sintraeevvm)

Sindicato Unitário de Trabalhadores da Educação do Norte de Santander (Sutens)

 

Equador

União Geral dos Trabalhadores do Equador (UGTE)

União Nacional dos Educadores (UNE)

Sindicato Único dos Trabalhadores do Ministério da Saúde Pública de Guayas (Sintum)

Federação Democrática dos Trabalhadores de Guayas (FDTG)

Comitê de Empresa dos Trabalhadores de Palmeras do Equador

Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Católica do Equador

Mulheres pela Mudança

 

El Salvador

Coordenação Sindical Salvadorenha (CSS)

Sindicato dos Trabalhadores Autônomos de Serviços Gerais de El Salvador (Stinoves)

 

Guatemala

Coordenação Nacional da Unidade Sindical e Social (CNUSS)

Liga Internacional de Luta pelos Povos (ILPS)

 

México

União dos Trabalhadores da Educação (UTE)

União Geral dos Trabalhadores do México (UGTM)

Frente Popular Revolucionária (FPR)

Peru

Confederação Camponesa do Peru – Justiniano MinayaSoza

 

República Dominicana

Movimento de Trabalhadores Independentes (MTI)

Associação Dominicana de Professores (ADP) – Seccional Juan Herrera

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CIPOML realiza plenária na Tunísia

A 23ª plenária da Conferência Internacional de Partidos e Organizações Marxista-Leninistas (CIPOML) foi realizada na Tunísia, nos primeiros dias de novembro de 2017, com a presença da maioria de seus membros.

Nesta sessão foi abordada a análise da evolução da situação internacional caracterizada pelo aprofundamento da crise geral do sistema capitalista-imperialista e suas consequências dramáticas sobre a classe operária e os povos de todo o mundo, a fome, a deterioração das condições de vida e de trabalho, a destruição do meioambiente, a intensificação de tensões no mundo e a multiplicação de conflitos armados, o aprofundamento das contradições interimperialistas para controlar os recursos e mercados no mundo; a ascensão de forças fascistas, nacionalistas e chauvinistasem vários países imperialistas e dependentes.

Em vista desta situação, a Conferência também apontou o aumento das lutas de diferentes setores de trabalhadores, jovens e mulheres contra as repercussões da crise e pelos direitos democráticos, econômicos e sociais; lutas que, em alguns casos, possuem características de insurreição e, em outros casos, foram reprimidas pelos regimes reacionários.

Durante esta plenária, tivemos uma discussão rica sobre o desenvolvimento do partido revolucionário do proletariado e destacamos sua importância na luta ideológica e política e como condição indispensável para liderar os povos na luta por uma mudança revolucionária tanto nos países dependentes como nos imperialistas. Esta discussão foi enriquecida pela troca de experiências entre nós. Cabe ainda destacar o papel desempenhado pelos partidos da Conferência na criação de novos partidos marxista-leninistas em países onde eles ainda não existiam.

Outra discussão importante foi sobre a tática revolucionária que os partidos comunistas devem projetar com base nos princípios marxista-leninistas e na análise concreta e precisa da situação objetiva em cada país e trocar essa experiência com um espírito de franqueza, fraternidade e camaradagem.

No final do seu trabalho, a Conferência aprovou uma série de resoluções sobre várias questões atuais e expressou sua solidariedade com as lutas do proletariado e dos povos em situações particulares.

Proletários de todos os países, uni-vos!

Tunes, 4 de novembro de 2017

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