Nota do Comitê Central do PCR sobre a crise política

brigada Praça 7Não ao retrocesso! A saída para a crise é o poder popular!

Desde o término das eleições de 2014, quando a candidata do PT, Dilma Rousseff, venceu Aécio Neves, do PSDB, com 51,64% dos votos contra 48,36%, uma intensa disputa entre as principais forças e partidos políticos vem se desenvolvendo em nosso país.

De um lado, os partidos derrotados nas eleições, apoiados pelos poderosos meios de comunicação da burguesia e financiados pelas maiores entidades empresariais, como a Fiesp, vão às ruas e propagam pelos jornais, rádios e TVs que a solução para resolver a crise econômica capitalista em nosso país é o impeachment de Dilma e o fim da corrupção do PT.

De outro lado, o governo do PT, PCdoB, entre outros, luta para impedir esse golpe e também vai às ruas defender o respeito ao resultado das eleições, o chamado “Estado Democrático de Direito” e os programas sociais implementados nos dois governos Lula e nos dois mandatos de Dilma.

É importante destacar que ambos defendem a continuidade do saque dos recursos públicos para enriquecer a oligarquia financeira, o pagamento dos juros da dívida pública e fazem a defesa aberta da política de privatização e do apoio do Estado aos grandes monopólios e ao agronegócio.

Derrotar a direita golpista e barrar o retrocesso

Entretanto, nas manifestações pelo impeachment é notável a ausência da classe operária e da imensa maioria dos pobres do país. Como constatou a reportagem do insuspeito jornal da burguesia Folha de S. Paulo, o que predomina é uma classe média com roupas de grife, grandes, médios e pequenos empresários e bandos fascistas.

Por isso, não podemos considerar que o resultado dessa disputa tanto faz, que pouco importa quem seja o derrotado ou o vitorioso. Tal posição é um erro, é subestimar o que seria um governo do PMDB em aliança com o PSDB, DEM e as forças mais reacionárias do país.

De fato, o impeachment de Dilma significa empossar Michel Temer na Presidência da República. Trata-se de um oportunista, que não medirá esforços para agradar a grande burguesia nacional e internacional e o imperialismo norte-americano e que, apesar de sua fachada liberal, tem arraigadas tendências ditatoriais. Este será um governo que, com o falso rótulo de “salvação nacional”, tudo fará para defender a oligarquia financeira e jogar sobre os ombros da classe trabalhadora as consequências da profunda crise da economia capitalista. Assim, não vacilará em adotar medidas que golpeiam os trabalhadores e a soberania nacional, tais como a limitação do direito de greve, flexibilização das leis trabalhistas, ampliação da jornada de trabalho, fim do salário mínimo, venda da Petrobras, privatização do Banco do Brasil, Caixa Econômica, Correios, feroz perseguição aos revolucionários, repressão aos movimentos sociais, e imporá restrições à liberdade de expressão e de manifestação.

Por outro lado, a continuidade do governo Dilma, embora seja a continuidade do ajuste fiscal e de medidas como a reforma da previdência, privatizações e aprovação da “Lei Antiterrorismo”, não poderá reprimir o movimento popular e atacar os sindicatos, pois perderá o que ainda tem de apoio entre a classe trabalhadora e o povo brasileiro.

Sem dúvida, vivemos uma nova situação política. As manifestações são cada vez mais constantes e não podemos agir agora como se elas não estivessem acontecendo. Cabe, portanto, a todos os comunistas revolucionários a tarefa de impedir um retrocesso ainda maior nas poucas e limitadas liberdades democráticas que ainda temos. Isso significa ser contra o impeachment de Dilma e a ascensão de Temer ao poder, pois, se hoje já está ruim para os trabalhadores, com o PMDB, o DEM e o PSDB no governo, ficará ainda pior.

Entretanto, sabemos que o PT e o PCdoB traíram os interesses da classe trabalhadora, foram corrompidos pela burguesia e aderiram de corpo e alma às concepções burguesas, isto é, ao capitalismo e à defesa da sagrada propriedade privada e da exploração do homem pelo homem.

De fato, para financiar suas milionárias campanhas eleitorais, esses partidos se envolveram no círculo vicioso da corrupção e das relações promíscuas com a burguesia, o que os levou a perderem a autoridade moral indispensável para travar qualquer luta política séria na sociedade.

Por isso, não mais se constituem numa alternativa popular em nosso país, e é preciso perder qualquer ilusão em relação a eles.

A saída para a crise é o poder popular e o socialismo

O período de grande disputa e debate político que vivemos nas ruas, fábricas, bairros, universidades, escolas, enfim, em toda a sociedade, exige que cada militante do PCR assuma seu papel nesse momento histórico. Devemos cumprir com mais agilidade e profundidade nossas responsabilidades e levar à prática as tarefas revolucionárias que este momento exige. Isso significa assumir a vanguarda na luta da classe operária por seus direitos, dos estudantes por uma educação de qualidade e contra o corte de verbas, do povo pobre por moradia e melhores condições de vida e realizar mais agitação nas ruas, mais brigadas do jornal A Verdade.

A conjuntura não permite que fiquemos aguardando para ver o que os poderosos vão fazer. Ao contrário. É preciso ir às fábricas, aos bairros populares, às escolas e universidades apresentar nossas propostas para mudar o país em favor da classe operária e do povo: defender que a saída para a crise é o poder popular, que é preciso parar de imediato com a sangria do dinheiro público para os banqueiros, suspender o pagamento dos juros da dívida, reestatizar todas as estatais privatizadas, realizar a reforma agrária popular, controlar as remessas de lucros, taxar as grandes fortunas, estabelecer o controle popular dos grandes meios de comunicação, o fim do lucro na educação e na saúde, a estatização das empreiteiras que assaltaram os cofres públicos, ampla liberdade de organização e de expressão, prisão de todos os corruptos e torturadores, a apuração de todos os crimes da ditadura militar, prisão de todos os estupradores e agressores da mulher, redução da jornada de trabalho, direito ao emprego, moradia para todas as famílias que não têm casa, etc. A solução para a crise é pôr fim ao domínio dos ricos sobre o país, é o socialismo.

Abaixo o ajuste fiscal e o pagamento da dívida pública!

Dinheiro do povo para educação, saúde e moradia!

Não ao impeachment! Temer é pior que Dilma!

Pelo poder popular!

Comitê Central do Partido Comunista Revolucionário (PCR)

22 de março de 2016

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Declaração do Movimento Gayones sobre situação da Venezuela

gayonesCaracas, 11 de dezembro de 2015. A Voz Proletária – Movimento Gayones fez uma declaração que analisa em profundidade as implicações dos resultados das eleições da Assembleia Nacional, assim como dá orientações práticas sobre os passos a seguir ante a vindoura investida da direita: construir e consolidar a Frente Popular através da Unidade Popular Revolucionária Anti-imperialista.

 

Declaração do Movimento Gayones

 

A Direção Nacional do Movimento Gayones alerta o país, a classe operária, o campesinato, as comunidades e todos os setores revolucionários e convoca à unidade programática e de ação através da incorporação decidida à Frente Popular Revolucionária Anti-imperialista as forças sociais de todo os tipos perante o avanço da direita fascista, que acaba de aceder a uma importante instância de poder do Estado burguês como é a Assembleia Nacional.

A esmagadora derrota eleitoral sofrida nos chama a discussões enquadradas na real crítica e autocrítica, como sempre nos obrigam a análise crua dos erros cometidos no processo e dos responsáveis diretos pelo descalabro total, que deixa a descoberto o engano a que o povo foi submetido com a propaganda permanente e constante de que seria Chávez o grande vencedor das eleições e que a máquina do PSUV era invencível; que havia uma pesquisa de que uma população de mais de 8 milhões de pessoas votariam pelo processo, que a oposição jamais voltaria e todo um discurso de parafernália publicitária de marketing capitalista de usar a população e a classe operária apenas para os votos.

Assumimos que a propaganda de guerra utilizada pela direita, como proprietários dos meios de produção, não foi atacada com a força necessária, nem com o concurso real dos trabalhadores. Esses proprietários dos meios de produção são os mesmos que o governo chamou às mesas de paz no palácio de Miraflores e lhes concedeu todos os pedidos exigidos; foram os mesmos chamados ao diálogo quando a Fedecámaras (organização patronal) realizou as eleições, curvando-se ante o diálogo e o equilíbrio que os fascistas da Fedecámaras exigiam.

Reunião da Unidade Popular Revolucionária Anti-imperialista

 

A melhor campanha para a oposição, desta vez, foi gerar filas longas e constantes para a aquisição de muitos produtos de primeira necessidade, sendo eles, a burguesia, que controla os meios de produção e pôde jogar com esse cenário em seu favor, para exacerbar a angústia e o desespero pela falta de tais produtos à população.

 

No documento “A Venezuela no olho do furacão”, produzido pelo Movimento Gayones, dizíamos, em 2014: “Não deve haver ilusões, a paz não virá por mágica ou por acordos com a burguesia mais reacionária, que, ao mesmo tempo, fala como se fossem industriais inocentes que vivem só para negócios legítimos, exploram os trabalhadores ao máximo, sabotam e especulam. Entramos em um novo período onde a burguesia tem desencadeado uma ofensiva para reverter avanços trabalhistas, neutralizar as leis que apóiam a classe operária e o povo, sabotar a produção, esconder seus produtos, encarecem-nos e contribuíram com bilhões de bolívares para financiar a última conspiração fascista em curso, em 2014, preparada com muito antecedência; frente a esta verdade irrefutável que se apresenta hoje com toda clareza, o processo ignorou, obviamente, a crise econômica na Venezuela, como resultado da crise geral do capitalismo; nunca contou a verdade ao povo, e aqueles que a diziam eram considerados opositores; o reino da adulação era para eles a bandeira da vitória, enquanto avançava o regime de terror que se materializa com a entrada para a Assembléia Nacional de uma maioria qualificada de 112 deputados com todo o poder do Estado burguês para fazer e desfazer, o que aqueles não quiseram fazer quando eram, em 2006, 167 deputados, temendo o que diriam os donos do capital transnacional.

 

A conciliação de classe se fez presente da forma mais descarada, o colaboracionismo de classes era exigido pelo governo para que os mimados da burguesia produzissem alimentos para a população, mas a classe trabalhadora foi atacada sob essa bandeira, com um ministério do trabalho que impedia a sindicalização. Os conflitos nessas empresas não deveriam se dar -asseguravam – porque eram estratégicas para os planos do governo, mas os proprietários não eram os trabalhadores.

No documento “Venezuela no olho do furacão” dissemos sobre esta situação: “Essa tática é caracterizada pela fraqueza, instabilidade e sinuosidade, um dia avança com firmeza para logo frear e negociar com a burguesia, enquanto, na realidade, desprezam a classe operária, os setores populares e o campesinato, expressa a própria natureza da pequena burguesia, acomodatícia, calculadora e falsa, temerosa do confronto e do choque que, mais cedo ou mais tarde, se dará e será mais favorável para as classes exploradas se se prepararem de forma mais decidida e de maneira firme, o que temem esses reformistas”.

No processo se ofereceu o chamado “choque” dentro do governo, e as pessoas esperavam a mudança de todo o trem ministerial, o que foi uma enorme decepção, pois o povo se incomodava por coisas que eram oferecidas para “aprofundar a revolução” e atacar a corrupção desenfreada, mas que nunca foram cumpridas.

A ilusão permanente de tentar agradar e ficar bem com os carrascos que estavam determinados a destruir o processo tem sido a constante de uma política equivocada, das negociações de paz com os agressores servis do imperialismo é outro erro gritante que tem aprisionado o presidente Nicolas Maduro; a falta de confiança que a classe trabalhadora seja capaz de dirigir é outro erro e as responsabilidades dos ministros (que não chegaram para servir, mas para construir poder para seus projetos pessoais) terminaram por corroer a credibilidade no processo. Após o revés ocasionado ao processo pelos fatores da pequena burguesia que dirige o Estado hoje, exige-se a renúncia de todos os ministros, quando o que deveríamos fazer é condená-los a um julgamento popular.

Meios adequados não foram aplicados para parar a ofensiva da direita nem na economia nem na política e, como consequência, ela pode avançar militarmente através de uma intervenção estrangeira.

O QUE FAZER

Para avançar e frear o terrorismo burguês que se instalou na Assembleia Nacional, que causará estragos na população, necessita-se de clareza de objetivos, falar com o povo a verdade revolucionária, descartar a prática populista de fazer a população acreditar que o petróleo garante a quem não trabalha os benefícios produzidos pelos trabalhadores através da mais valia. É imperativo reforçar as estruturas organizativas do povo mediante o Poder Popular Revolucionário.

É necessário aplicar para a subsistência dos quadros de vanguarda e do próprio processo, a tática revolucionária expressa no documento “Venezuela no olho do furacão”: “A tática revolucionária difere das outras por seu caráter de classe, pela intenção de libertar os explorados, especialmente o proletariado, agindo contra a reação, sendo a consolidação da teoria revolucionária e sua aplicação na prática para derrotar a ofensiva reacionária, portanto, isso leva a: aplicar os meios para conter a ofensiva econômica, política e militar da direita. Consolidar as estruturas organizativas das classes revolucionárias, dar direção ao trabalho das amplas massas. A tática revolucionária se propõe a avançar em direção ao socialismo por meio do Poder Popular Revolucionário”. Avançar até o socialismo, é o chamado que fazemos às forças populares revolucionários para sua concretização.

 

Pela consolidação da Frente Popular!

Unidade Popular Revolucionária Anti-imperialista!

 

Caracas, 10 de dezembro de 2015

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Declaração da Primeira Reunião de Grupos Revolucionários do Caribe

 

pctAs organizações que subscrevem este documento, ao fazer um balanço da conjuntura política na região do Caribe, constatam como uma questão relevante a sobrevivência do colonialismo na região, qualquer que seja a forma em que este se mascare. Porto Rico, Martinica, Guadalupe, Guiana, Curaçao, Aruba, Bonaire, Anguilla, Ilhas Virgens, Ilhas Turcas e Caicos e Ilhas Caymán mantêm-se sob um regime colonial imposto pelos Estados Unidos da América, França, Holanda e Inglaterra, mediante o qual estes garantem seus interesses geoestratégicos, nas abundantes fontes de matérias primas e no mercado para suas mercadorias.

Os povos destes países sofrem a exploração econômica, a opressão política e cultural de maneira direta pelos governos e empresas multinacionais, mas também por meio das elites locais a serviço da dominação daqueles.

Estes povos mantêm uma luta permanente por suas reivindicações imediatas, pela conquista da liberdade e pelos direitos democráticos, e por conquistar a descolonização, a autodeterminação, a independência e a soberania.

Declaramos que a luta anticolonial constitui um eixo fundamental nos esforços comuns que levaremos adiante e, portanto, comprometemos-nos a desenvolver a solidariedade com os povos afetados por esta realidade e, ao mesmo tempo, educar nossas militâncias e povos respectivos sobre esta necessidade.

Assumimos que a luta anticolonial nos países citados é parte substancial da luta anti-imperialista dos povos da América Latina.

Observamos ainda que, no marco das disputas entre as potências imperialistas pelo controle de zonas geoestratégicas e dos recursos naturais, o imperialismo norte-americano leva adiante sua estratégia de recolonização dos países e nações da América Latina.

Neste marco, a região do Caribe sempre teve um lugar privilegiado para os interesses neocolonialistas norte-americanos, o que explica sua estratégia de dominação na área, que, além do controle militar, nos últimos tempos, tem como elemento importante a briga por frear a penetração econômica de outras potências na região.

Neste contexto é que se explica a ocupação militar da República de Haiti, sob a camuflagem das Nações Unidas, tal como ocorreu em outras latitudes.

Denunciamos a permanência das tropas da Minustah no Haiti como uma grave violação dos direitos e da soberania do povo haitiano, ao tempo que respaldamos as sistemáticas jornadas de mobilização dos setores democráticos e revolucionários haitianos contra a ocupação.

A ocupação militar do Haiti só se explica pelo interesse do imperialismo e seus sócios por impedir que este povo defina seu destino; manter uma grande base militar em um território estratégico no Caribe que lhe sirva de garantia ao saque das multinacionais que avançam na prospecção sobre os recursos naturais que se estimam nas montanhas do Haiti, igual ao que se sucede na República Dominicana.

Denunciamos e condenamos a ocupação militar do Haiti como parte da política de saque e opressão que historicamente aplicam as potências imperialistas contra este povo, e denunciamos também a atitude colaboracionista dos governos títeres da região, que dão suporte e legitimidade à política imperialista no Haiti.

Chamamos aos governos do Equador, Brasil e Bolívia a retirar as tropas que têm destacadas no Haiti, compondo a Minustah.

Nossas organizações reiteram de igual maneira a solidariedade com o povo de Porto Rico, que, em meio às difíceis condições da ocupação centenária, mantêm no alto sua dignidade e persevera na luta por seu direito inalienável à autodeterminação, soberania e independência plenas e que, neste momento, opõe-se a que se descarreguem em suas costas as consequências da dívida externa que pesa sobre a economia deste país.

Exigimos a liberdade imediata para o prisioneiro político porto-riquenho Oscar López, preso no cárcere dos Estados Unidos da América.

Respaldamos a luta do povo dominicano na defesa de seus recursos naturais, por aumento geral de salários, contra a corrupção e a impunidade; processo que se desenvolve de maneira ascendente.

Manifestamos nosso repúdio à ação desestabilizadora desenvolvida pelos Estados Unidos contra o Governo Bolivariano da Venezuela, ao tempo que reiteramos nosso respaldo solidário com o povo venezuelano e seu processo.

Observamos que a evolução dos acontecimentos na região obrigam as forças democráticas e revolucionárias a seguir o curso dos mesmos ante os novos cenários em perspectiva.

Declaramos nosso desejo de manter o objetivo da revolução, a luta popular de massas e a construção das vanguardas que conduzam esses processos.

Acordamos coordenar ações de educações e ação políticas acerca da realidade e evolução da situação na região, no propósito de alentar a resistência de nossos povos e coadjuvar na definição de projetos de emancipação nacional e social de acordo com os interesses momentâneos e de longo prazo da classe operária, dos trabalhadores e dos povos de nossos países.

 

Assinam:

Coordenação Caribenha e Latino-Americana de Porto Rico

Comitê Político do Partido Marxista-Leninista de El Salvador

Partido Comunista de Porto Rico (PCPR)

Conselho Nacional de Comitês Populares (CNCP) de Martinica

Partido Comunista do Trabalho (República Dominicana)

 

Santo Domingo, República Dominicana, 13 dezembro de 2015

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Abaixo o governo assassino do AKP!

Nota de solidariedade do PCR aos camaradas do Partido do Trabalho (EMEP)

 


 

FOTO Ancara-domingoO Comitê Central do Partido Comunista Revolucionário (PCR) vem a público prestar sua solidariedade aos bravos militantes do Partido do Trabalho (EMEP), da Turquia, que perderam tragicamente 15 camaradas no atentado terrorista ocorrido no último dia 10 de outubro, em Ancara, e que covardemente assassinou 97 pessoas e deixou quase 200 pessoas feridas.

Não temos dúvida que a manifestação pela Paz, promovida pelas principais organizações sindicais e revolucionárias do país, foi atacada covardemente pelos mesmos grupos que alimentam o ódio de classe contra os trabalhadores e acreditam que com a guerra imperialista conseguirão deter a crescente insatisfação e rebeldia dos povos e salvar o imperialismo capitalista.

Há anos, o governo fascista e corrupto de Recep Tayyip Erdogan vem alimentando a violência contra as organizações populares com o objetivo de se manter no poder e seguir sua política de submissão aos interesses do grande capital. Com certeza, o ocorrido em Ancara levará a população turca, em especial a classe operária e a juventude, a perder toda e qualquer ilusão em Erdogan e seu partido AKP e a se somar à luta pela verdadeira democracia, pois, como declarou o Comitê Central do EMEP, “a luta contra o poder desse governo, que dá suporte aos massacres e atentados, é também a luta pelo futuro do país”.

Os imperialistas e todos os reacionários acreditam que com a violência e o medo poderão sufocar a luta de classes e o sentimento de revolta dos explorados do mundo. Mas a verdade é que os métodos fascistas contra a organização popular e revolucionária têm seus dias contados, assim como sua política de desemprego, cortes dos investimentos sociais, privatizações, precarização do trabalho e cortes dos salários, tudo para beneficiar uma minoria de bancos e de monopólios nacionais e internacionais.

12112172_10153248526017921_7154033008318902564_n (1)A resposta da classe operária turca a esse crime virá com a ampliação de suas lutas e com o fortalecimento das organizações revolucionárias como o EMEP, destacado membro da Conferência Internacional de Partidos e Organizações Marxista-Leninistas (CIPOML) e firme defensor do socialismo como caminho seguro para a conquista da Paz e da democracia.

Temos a certeza que o sangue derramado por esses militantes da causa do socialismo covardemente assassinados será o adubo que fertilizará o solo para a caminhada dos povos da Turquia, sua união e vitória contra as forças reacionárias e fascistas.

Juntamos nossa voz a todas as vozes do mundo que denunciam esse covarde atentado e nos solidarizamos às famílias dos mortos e feridos que lutavam pela paz entre os povos. Ao mesmo tempo, convocamos nossos militantes e as entidades democráticas do Brasil a organizarem atos de solidariedade ao povo turco e contra o governo fascista de Erdogan e do AKP.

 

Toda solidariedade ao povo turco e ao EMEP!

Abaixo o governo assassino e fascista de Erdogan e do AKP!

Viva o internacionalismo proletário!

 

Comitê Central do Partido Comunista Revolucionário (PCR)

Brasil, 13 de outubro de 2015

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Solidariedade a João Pedro Stédile e ao MST. Abaixo a histeria fascista!

mst-sorriso-fazenda-sta-rosa1No dia 23 de setembro, no aeroporto de Fortaleza, um bando de fascistas histéricos(as) agrediu verbalmente – e pouco faltou para se tornar física essa agressão – o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) João Pedro Stédile. O ato, repleto de ódio e desrespeito, não é novo na história. Repete o que fizeram os nazistas na Alemanha, os fascistas na Itália, o Comando de Caça aos Comunistas no Brasil.

É o ovo da serpente que está se gestando. Por isso, todas as organizações populares, entidades de direitos humanos, movimentos sociais e todas as pessoas que acreditam na democracia devem repudiar essa manifestação covarde. E não devemos encará-lo como um ato isolado de um grupo de desvairados. Em última instância, o ato covarde tem um caráter de classe, pois tais agressores constituem-se em paus-mandados do capital financeiro, dos banqueiros e do agronegócio.

A classe dos capitalistas recorre sempre à violência, variando apenas na forma, tempo e lugar para suas atrocidades, geralmente quando perdem a disputa pelo comando do Estado nas eleições ou quando o governo eleito toma medidas que contrariam seus interesses.  Desse modo, apela à intolerância, à perseguição e à eliminação dos seus opositores políticos, quando podem. Quando as possibilidades permitem, recorrem ao golpe de Estado, como em 1964; seus alvos principais, porém, sempre são aqueles que lutam pela democracia popular e pelo fim do acintoso privilégio dos ricos, da meia dúzia de bilionários e da sociedade de classes, pela construção da sociedade socialista e comunista.

Não são à toa as constantes referências nas suas palavras de ordem contra a Cuba socialista porque, com sua revolução, socializou, em 1959, os meios de produção e os monopólios imperialistas. Os consórcios capitalistas foram socializados, os bancos e as terras foram nacionalizados e assim os cubanos puderam realizar a reforma agrária e a planificação da economia e dos serviços.

Portanto, os trabalhadores e a juventude conscientes, verdadeiramente de vanguarda, devemos preparar-nos para enfrentá-los em todos os terrenos. Devemos multiplicar o nosso trabalho de elevação do nível de consciência e de organização do povo brasileiro, revelar a todos quem são esses fascistas e seus objetivos de continuarem cada vez mais ricos e de manterem os trabalhadores cada vez mais pobres e mais alienados.

Prestamos, assim, toda a nossa solidariedade ao companheiro João Pedro Stédile, ao MST e a Cuba, que há 64 anos resiste bravamente ao criminoso bloqueio da maior potência imperialista da terra, os EUA, e que, com a sua revolução, erradicou o analfabetismo e elevou seu povo ao nível dos povos mais desenvolvidos em termos de educação, saúde, esportes e cultura.

 

Partido Comunista Revolucionário PCR

União da Juventude Rebelião (UJR)

 

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As lutas interimperialistas e as tarefas dos povos

£¨¹ú¼Ê£©£¨1£©¶ò¹Ï¶à¶û½Ìʦ¾ÙÐп¹ÒéÓÎÐГSegue firme a luta pelas mudanças na América Latina”

 

Com a presença de organizações da Europa, Ásia, Canadá e Estados Unidos, além de dezenas de organizações da América Latina e Caribe, aconteceu de 27 a 31 de julho, em Quito, Equador, o 19º Seminário Internacional Problemas da Revolução na América Latina, sob o tema das “Lutas interimperialistas e as tarefas dos povos”.

A Declaração Final denuncia o nível de exploração e submissão que vivem os países da região, a disputa dos governos imperialistas e suas multinacionais pela partilha das nossas riquezas, pela exploração da força de trabalho e do conhecimento aqui acumulados e como tudo isso leva a lutas intestinas entre esses países.

Ao mesmo tempo, a Declaração afirma o crescimento da resistência e luta dos trabalhadores e dos povos latino-americanos na busca de uma alternativa de mudança popular e revolucionária, longe das tentativas oportunistas dos variados setores do capital financeiro de envolvê-los em seus “contos da carochinha”.

 

 

Declaração Final

19º Seminário Internacional Problemas da Revolução na América Latina

As lutas interimperialistas e as tarefas dos povos

 

O mundo de hoje continua sua marcha consumido em meio de agudas e insolúveis contradições, localizadas em posições distintas e opostas, de quem aspira manter o status quo devido aos enormes benefícios que este lhes outorga, e de quem luta para que as coisas mudem – de maneira total e definitiva – em benefício dos trabalhadores e dos povos.

A riqueza que o planeta encerra e as incalculáveis utilidades que seu aproveitamento e exploração produzem com o trabalho e o conhecimento desenvolvido pela humanidade, provocam que aqueles que se apropriam delas mantenham permanentes disputas e conflitos para ser os principais beneficiários em sua partilha. Assim se explicam as lutas, os conflitos políticos e até bélicos que enfrentam os Estados imperialistas, por trás dos quais tentam alinhar todos os países e povos do mundo. As guerras no Oriente Médio (Síria, Irã, Iraque, Palestina), Europa Oriental (Ucrânia), Ásia (Iêmen, Paquistão, Afeganistão), África (Sudão do Sul, Nigéria, República Democrática do Congo) são manifestações das contradições interimperialistas ou agressões imperialistas.

Ao mesmo tempo, e contra o domínio imperialista e sua partilha de zonas de influência, desenvolve-se a luta dos trabalhadores e dos povos que resistem a continuar na condição de vítimas do sistema capitalista-imperialista que os explora e os oprime através dos mais diversos mecanismos. Assim vemos também um mundo no qual as contradições entre os donos do capital e os que unicamente possuem a força de trabalho se aguçam, tomando forma nos transcendentes combates que desenvolvem os trabalhadores da cidade e do campo, os camponeses, a juventude, os povos originários, os povos negros, as mulheres em cada um de nossos países.

Nosso continente expressa de maneira viva e clara estes fenômenos. Nele se trava uma guerra surda entre os donos do capital financeiro, que tecem suas redes sobre nossos países para crescer seus dividendos. Capitais americanos, chineses, alemães, japoneses, russos, ingleses, franceses, canadenses e de outras potências percorrem a geografia americana para se valer de nossas riquezas naturais e explorar a força de trabalho de seus homens, mulheres, jovens e até crianças.

A hegemonia que durante as últimas décadas detêm os capitais ianques na região sente o peso do acelerado crescimento dos investimentos chineses, que tiveram e têm como principais aliados para sua presença os governos denominados progressistas; os monopólios agrupados na União Europeia participam desta lide promovendo, principalmente, a assinatura de Tratados de Livre Comércio.

Aqueles que enaltecem esses investimentos chineses o fazem em nome de uma suposta política soberana e antiestadunidense, mas em realidade estão provocando um processo de renegociação da dependência, mas de nenhuma maneira rompem as redes do controle externo. O capital financeiro por sua natureza é espoliador: não existe capital financeiro que chegue para garantir o desenvolvimento, o bem-estar, e menos ainda para libertar os povos.

O sistema capitalista-imperialista é um só e seu domínio cobre todo o planeta, o que não impede que uma ou outra potência adote políticas específicas em função de seus interesses: estabelecem acordos, alianças, constituem blocos; em uns lados se coligam e em outros, entre eles mesmos, se confrontam; fenômenos que as organizações políticas revolucionárias devem ter presente e entendê-los para o impulso de nossa atividade e luta.

Anos, décadas de história, confirmam que o domínio total do capital traz consigo exploração, opressão, discriminação, destruição da natureza. A libertação dos povos exige necessariamente acabar com a dominação imperialista, liquidar o poder dos donos do capital. Combater o imperialismo, seja da cor que for, os representantes e lacaios de seus interesses econômicos e políticos em cada um dos países, as classes dominantes nativas, são tarefas simultâneas que andam de mãos dadas, indispensáveis para o triunfo da revolução e da luta pelo socialismo.

Entendemos a necessidade inevitável de desenvolver a consciência anti-imperialista dos trabalhadores, da juventude e dos povos em geral, de maneira que essas bandeiras estejam presentes em todos e cada um de seus combates.  Assim, nas ações, irá se forjando uma frente anti-imperialista de caráter internacional, indispensável para o triunfo da revolução social em cada um dos países e em nível mundial.

Os desafios que os revolucionários da América Latina e do mundo enfrentam no caminho para conquistar uma sociedade de liberdade, em que os trabalhadores da cidade e do campo sejam os donos e protagonistas de seu próprio destino, expõe-nos também a necessidade de trabalhar pela unidade local e internacional dos povos e pela unidade das organizações políticas e sociais que lutam pelos mesmos objetivos.

Expressamos nossa solidariedade com os trabalhadores, os camponeses, a juventude, as mulheres, enfim… com quem luta por seus direitos, pelo pão, por justiça, por liberdade. Particularmente, expressamos nossa solidariedade com a luta anti-imperialista do povo curdo contra o Estado Islâmico fascista; e assim como também com a resistência do povo palestino.

Somos revolucionários, anti-imperialistas, antifascistas; somos lutadores consequentes contra o domínio dos donos do capital e estamos nas lutas dos povos que se puseram de pé para libertar a humanidade.

 

Quito, 31 de julho 2015

 

 

Partido Marxista Leninista da Alemanha, MLPD

 

Partido Comunista Revolucionário, PCR, Argentina

 

Partido Comunista Revolucionário, PCR, Brasil

 

Unidade Popular pelo Socialismo, UP, Brasil

 

Movimento Luta de Classes, MLC, Brasil

 

União da Juventude Rebelião, UJR, Brasil

 

Reconstrução Comunista, Canadá

 

Partido Comunista da Colômbia (marxista-leninista) PCdeC (ml)

 

Partido dos Comunistas dos Estados Unidos

 

Sindicato de Trabalhadores Independentes de Ofícios Vários, STINOVES, El Salvador

 

Juventude Revolucionária do Equador, JRE

 

Frente Popular, Equador

 

Mulheres pela Mudança, Equador

 

Partido Comunista Marxista-Leninista do Equador, PCMLE

 

Frente Popular Revolucionário, México

 

Partido Comunista do México (marxista-leninista) PCM(ml)

 

Partido Comunista Peruano (marxista-leninista), PCP(ml)

 

Frente Democrático Popular do Peru, FEDEP

 

União da Juventude Estudantil do Peru, UJE

 

Partido Marxista Leninista do Peru

 

Coordenadora Caribenha e Latino-americana de Porto Rico

 

Partido Comunista do Trabalho da República Dominicana, PCT

 

Partido Comunista (bolchevique) da Rússia

 

Partido Comunista (bolchevique) da Ucrânia

 

Frente de Participação Estudantil “Susana Pintos”, Uruguai

 

Movimento Gayones, Venezuela

 

Partido Comunista Marxista-Leninista da Venezuela, PCMLV

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Morreu o camarada Juan Marte

Marte JuanCom muita dor, comunicamos que morreu o camarada Juan Marte, membro do Comitê Central de nosso partido.

O camarada sofreu um infarto mortal no coração.  Em 23 de maio, sofreu um AVC e deu entrada no CTI, onde foi cirurgiado e permaneceu sob cuidados intensivos até o dia 8 de junho, quando faleceu às 14h30.

Juan Marte foi um militante revolucionário por mais de 40 anos.  Iniciou sua militância muito jovem, estudante de bacharelado, integrando-se à Frente Estudantil Flavio Suero (Feflas) e ocupando importantes cargos locais, regionais e nacionais.

Participou do grupo de militantes que viveram o processo de construção do Partido Comunista do Trabalho (PCT), em cujas fileiras militou de maneira ininterrupta desde sua fundação, no  20  de junho de 1980.

O camarada foi membro do Comitê Central e, durante vários anos, foi o presidente da Comissão Nacional de Fiscalização e Controle. Atualmente, acompanhava a Secretaria General do PCT no cumprimento de importantes responsabilidades em nível nacional e internacional.

Foi professor nos níveis básico e intermediário da educação pública por cerca de 25 anos e, como tal, assumiu compromissos de direção nacional  na  Associação  Dominicana de Professores (ADP) e na Corrente Magisterial Juan Pablo  Duarte.

Era casado com Mercedes Ramírez (Belkis), com quem teve os filhos Erick David, Enver Misael, Cleidy Margarita e Cindy Fidelina.

Seu cadáver foi velado neste dia 9 de junho, na Funerária Nueva Luz, Município de Azua, e o sepultamento se deu no cemitério municipal.

Com a morte do camarada, o PCT perde um de seus mais firmes e comprometidos militantes.

Resta nos afirmarmos com seu exemplo, tomar a bandeira que, com tanta firmeza, levantou e continuar com a construção do partido, impulsionando a causa da revolução.

Comitê Central do PCT

9 de junho de 2015

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Morre o comunista dinamarquês Frede Klitgård

Lamentamos informar sobre a morte do nosso camarada Frede Klitgård, herói da resistência nacional, ex-presidente das maiores organizações de veteranos do movimento de resistência dinamarquês e ex-presidente do Movimento Popular Contra o Nazismo. Ele morreu em 05 de junho de 2015, aos 92 anos de idade. No final da vida, ele era um membro ativo do nosso Partido e editor da revista antifascista Håndslag. Um livro em dinamarquês, que foi terminado antes de sua morte e será publicado em agosto, contém muitos de seus escritos para a revista, durante mais de 20 anos.

Frede (nascido em 1923) sobreviveu a uma sentença, em 1943, de um longo tempo na prisão nazista alemã Dreibergen. Ele se tornou um líder da Liga da Juventude Comunista após a guerra e, mais tarde, um jornalista do jornal do Partido, correspondente em Moscou 1953-1957, onde cobriu o notório XX Congresso do PCUS. Ele deixou o partido dinamarquês em 1962, tomando o lado da China e da Albânia durante a Grande Polêmica, e foi um dos fundadores do novo movimento marxista-leninista. Ele era uma figura de destaque nas organizações dos veteranos da resistência, sempre defendendo seus ideais e conquistas contra todos os ataques reacionários. Ele era um membro do Comitê Central do DKP/ML, o antecessor do APK, e foi expulso do partido com o ex-presidente Klaus Riis e Dorte Grenaa, em 1997, na sequência de um golpe revisionista, e foi um dos fundadores do Partido Comunista dos Trabalhadores/APK, em 2000.

Sua morte foi comentada em muitos obituários também na imprensa burguesa, rádio e televisão e na mídia social, sendo saudado como um combatente heroico.

Comitê Central do Partido Comunista dos Trabalhadores (APK)

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