Enviado para Notícias | Enviado em 15-06-2010
Tomamos conhecimento do falecimento, no dia 05 de abril, do camarada Pascal Fantodji, membro fundador e primeiro-secretário do Partido Comunista do Benin (PCB). Tal perda é um duro golpe nos camaradas beninenses.
Enviado para Notícias | Enviado em 04-06-2010
O PCR teve nota de destaque no Blogo do Jair Onofre (http://www.blogdojaironofre.com.br/) com direito a um pequeno resumo do partido e sua militância.
Confira!
Enviado para CIPOML, Comunicados | Enviado em 03-06-2010
A brutal agressão levada a cabo pelo exército nazisionista israelense contra a chamada “Frota da Liberdade” merece ser condena e rechaçada sem paliativos, com uma ampla denúncia e um rechaço geral. O Estado de Israel, que executa um genocídio sistemático da população palestina ante o silêncio cúmplice das mal denominadas democracias, submete à fome a [...]
Enviado para CIPOML, Comunicados | Enviado em 10-05-2010
Solidariedade aos trabalhadores e ao povo da Grécia A classe operária e o povo da Grécia são o alvo de ataque conjunto dos bancos, da União Europeia e do FMI, que tratam de impor um retrocesso social de grande amplitude para fazê-los pagar as dívidas dos capitalistas. Diminuição drástica dos salários e das aposentadorias, aumento [...]
Enviado para Comunicados | Enviado em 28-04-2010
Em 1886, em Chicago, EUA, os operários norte-americanos, cansados da super-exploração que sofriam e dos baixos salários, amotinaram-se nas ruas daquela cidade, travando uma batalha campal com a polícia, na luta pela redução da jornada de trabalho. A repressão contra as manifestações dos trabalhadores nos EUA foi feroz: vários trabalhadores foram assassinados e dezenas, feridos. A Justiça, a serviço dos patrões, condenou quatro líderes da grande rebelião à morte e outros quatro à prisão.
Enviado para Especial | Enviado em 28-04-2010
A violência é inerente ao capitalismo. O fato de uma minoria ser proprietária dos meios de produção e apropriar-se do trabalho de milhões de seres humanos, remunerando-os apenas pelo mínimo necessário para continuarem trabalhando, já uma violência. Lançar outros milhões de seres na miséria, em nome da “modernização produtiva” e da redução de custos, para garantir o lucro máximo, é ignomínia. Mas não é esse o limite. A burguesia conta com o Estado (destacamento de homens armados, no dizer de Engels) para castigar, por meio de agressões, prisões e assassinatos, os operários que aprendem a dizer não e se levantam contra o regime de escravidão assalariada.